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Com quebra de safra provocada pela estiagem, produtores de MS começam a colher milho  

13/06/2018 - Alguns produtores rurais de Mato Grosso do Sul já iniciaram a colheita da segunda safra de milho, também chamada de safrinha ou safra de inverno. O trabalho começa com o impacto de uma redução estimada em 29,7% na produção em relação a temporada passada, caindo de 9,609 milhões de toneladas para 6,758 milhões de toneladas, segundo a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

A Conab aponta que essa redução da produção deve ocorrer em razão da diminuição de 4% na área cultivada, de 1,759 milhão de hectares para 1,689 milhão de hectares e da produtividade despencar 26,7%, caindo de 5.460 quilos por hectare (91 sacas por hectare) para 4.000 mil quilos por hectare (66,66 sacas por hectare), em decorrência principalmente da estiagem, que chegou a 40 dias em alguns municípios.

Em São Gabriel do Oeste, um grupo que cultiva 2 mil hectares do cereal e já iniciou a colheita espera uma redução de 25% no volume produzido frente ao ciclo anterior, devido a estiagem ter atingido as lavouras no período de enchimento dos grãos.

"No período vegetativo do milho a falta de água prejudica a produção de grãos na espiga. Já durante o período reprodutivo, a escassez vai interferir no enchimento de grãos, resultado em espigas com características de chupeta e menor peso de grãos", explica o engenheiro agrônomo do grupo, Luís Agostini.

A situação registrada na propriedade em São Gabriel do Oeste se repete por vários municípios do estado, principalmente para os agricultores que arriscaram o plantio fora da janela considerada ideal.

A Conab aponta que os atrasos no cultivo da soja refletiram no plantio do milho. Primeiro com retardo na semeadura da oleaginosa, em decorrência da estiagem em outubro do ano passado, e depois com demora na colheita, devido, desta vez, ao excesso de chuvas. O quadro provocou o deslocamento da janela de plantio do milho segunda safra.

O agrônomo aponta que o plantio fora da época ideal é um dos fatores que vai influenciar muito na quebra de safra. "Vai sair bastante, por causa da seca. Eu acredito que tem lugares em alguns municípios que nem vão colher, vão abandonar a lavoura porque não paga nem o custo da colheita e o recebimento", lamenta.

Em outra propriedade em que a colheita já foi iniciada, na do agricultor Evandro Biazus, a projeção é de uma queda de produtividade de 20%. Em contrapartida, a boa notícia é a valorização no preço do grão.

"No ano passado, quando começou a colheita a saca estava em torno de R$ 24. Depois baixou até R$ 17. Hoje estamos começando a colheita com R$ 31, mas já houve uma queda por esses dias, estava em R$ 35, mas já não pegamos mais esse valor", explica o produtor, comentando que 40% de sua safra já foi negociada.

No estado, a Conab aponta que cerca de 34% do milho segunda safra já foi comercializado em contratos futuros.

Anderson Viegas e Flávia Galdiole
Fonte: Portal G1
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