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FGV: IPC-S acelera a 0,14% na 2ª quadrissemana de julho após 0,05% na anterior  

16/07/2019 - O Índice de Preços ao Consumidor - Semanal (IPC-S) acelerou a 0,14% na segunda quadrissemana de julho, após registrar taxa de 0,05% na primeira leitura do mês, informou a Fundação Getulio Vargas (FGV) nesta terça-feira (16).

Dos oito grupos analisados, quatro avançaram no período, mas a maior contribuição para o movimento veio do segmento Alimentação, que subiu de 0,04% para 0,26% da primeira quadrissemana para a segunda medição de julho. Dentro dessa classe de despesa, a FGV destacou o comportamento do item frutas (-2,95% para -0,45%).

Também registraram aceleração os grupos Habitação (0,17% para 0,37%), com a influência de tarifa de eletricidade residencial (-0,63% para 1,31%); Despesas Diversas (-0,17% para 0,10%), com destaque para bilhete lotérico (-6,55% para 0,00%); e Transportes (-0,68% para -0,61%), com a contribuição de etanol (-4,05% para -3,04%).

Por outro lado, tiveram alívio no período os grupos Vestuário (0,17% para -0,04%), influenciado por roupas (0,19% para -0,08%); Educação, Leitura e Recreação (0,73% para 0,55%), beneficiado por passagem aérea (19,89% para 13,71%); e Saúde e Cuidados Pessoais (0,39% para 0,32%), com contribuição de artigos de higiene e cuidado pessoal (0,87% para 0,58%).

Já o segmento de Comunicação repetiu a mesma taxa de variação da quadrissemana anterior (0,04%). Em sentido de alta, a principal influência foi de pacotes de telefonia fixa e internet (-0,01% para 0,04%), enquanto para baixo o que mais contribuiu foi o item mensalidade para internet (0,61% para 0,49%).


Influências individuais

Os itens que mais contribuíram para o aumento do IPC-S da primeira para a segunda quadrissemana de julho foram plano e seguro de saúde (que manteve a taxa de 0,63%), mamão papaia (7,16% para 16,40%) e batata inglesa (4,07% para 6,23%), além de energia elétrica e passagem aérea.

Já as principais influências individuais de baixa foram gasolina (apesar da queda menor, de -2,64% para -2,53%), feijão carioca (mesmo com a deflação menos intensa, de -12,72% para -11,33%), laranja pera (a despeito da aceleração de -8,77% para -6,65%) e banana prata (-2,31% para -3,35%), além de etanol.

Fonte: Estadão Conteúdo
Texto extraído da revista Isto É Dinheiro
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