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Soja segue em queda na Bolsa de Chicago com previsão de melhora no clima dos EUA  

16/07/2019 - Nesta terça-feira (16), o mercado internacional da soja segue recuando na Bolsa de Chicago diante de previsões de melhora nas condições de clima nos Estados Unidos. Passando por uma severa onda de calor, o país poderá registrar, já no começo da próxima semana, temperaturas mais amenas e que poderiam, de acordo com especialistas, trazer algum alívio às lavouras americanas que sofrem com o atual padrão.

Perto de 11h55 (horário de Brasília), os futuros da oleaginosa recuavam entre 7,50 e 8,50 pontos nos principais contratos, com o agosto valendo US$ 8,94 e o novembro, US$ 9,11 por bushel. Mais cedo, as baixas passavam de 12 pontos.

Neste momento, o que se observa nos Estados Unidos são temperaturas bastante elevadas e esse calor intenso podendo se estender, pelo menos, até este domingo, 21 de julho, segundo o Commodity Weather Group (CWG) em sua previsão atualizada. Na sequência, no período dos próximos 6 a 10 dias - de 21 a 25 de julho -, as temperaturas já deverão ficar mais amenas, aliviando os problemas causados agora.

E este padrão de um calor já não tão intenso deverá continuar, ainda de acordo com o CWG, no intervalo de 26 a 30 deste mês. Nos dois intervalos, porém, as chuvas deverão ser limitadas, de volumes não tão grandes e acontecendo pontualmente.

Além disso, a alta no percentual de lavouras em boas ou excelentes condições nos EUA pelo USDA ontem também pesa sobre os preços.

Até o último domingo, de acordo com o reporte semanal de acompanhamento de safras, o total de lavouras em bom estado passou de 53% para 54%, enquanto as expectativas dos traders variavam de 51% a 52%. São 34% das plantações em condições regulares, contra 35% da semana anterior, e 12% em situação ruim ou muito ruim, mesmo número da semana passada.

Também sobre a soja, o reporte informou que o percentual de lavouras que já emergiram passou de 90% para 95%, contra 99% de média dos últimos cinco anos e frente aos 100% de 2018. O estado que ainda está abaixo dos 90% é o Missouri, com 84%.

Carla Mendes
Fonte: Notícias Agrícolas
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