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São Martinho diz esperar que o preço do açúcar se acomode  

14/08/2019 - O diretor financeiro e de Relações com Investidores do Grupo São Martinho, Felipe Vicchiato, afirmou nesta terça-feira, 13, em teleconferência com analistas sobre os resultados do primeiro trimestre do ano-safra 2019/2020 (1T20), que a expectativa é de que o preço do açúcar se acomode nas próximas semanas no nível atual. No entanto, na avaliação do executivo, com o avanço da safra brasileira mais alcooleira e a expectativa de uma retirada, pelo País, de até 10 milhões de toneladas do adoçante do mercado global, o preço do açúcar pode melhorar "um pouco", "principalmente no vencimento março 2020" na Bolsa de Nova York (ICE Futures US).

Segundo Vicchiato, apesar de perspectiva de um déficit global entre oferta e demanda de açúcar ao menos até o próximo ano, o cenário ainda é de alta de estoques em grandes países produtores, o que postergará para 2020 a melhora nos preços.

Na avaliação do executivo, o Centro-Sul do Brasil deve seguir com um perfil alcooleiro também na próxima safra, até que o excedente seja escoado. "A produção de açúcar não deve ser muito maior que 25 milhões de toneladas também na próxima safra, a 2020/2021, que deve ser mais alcooleira?, disse. ?Isso abre espaço para recuperação de preço do açúcar e, por isso, não estamos hedgeando tão rápido a próxima safra", completou.

Na segunda-feira, o Grupo São Martinho reportou lucro líquido de R$ 91,463 milhões no primeiro trimestre do ano-safra encerrado em 30 de junho. O resultado é 12% menor do que o registrado em igual período da temporada 2018/2019, de R$ 103,959 milhões. O Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) ajustado da companhia sucroenergética recuou 13,2% na mesma comparação trimestral, para R$ 348,383 milhões.

A companhia relatou processamento de 9,042 milhões de toneladas de cana-de-açúcar no 1T20. O volume foi 4,9% menor que o total de 9,508 milhões de toneladas moído em igual período de 2018/2019.

A produção de açúcar ficou em 436 mil de toneladas, 7,3% acima do primeiro trimestre da safra passada e a oferta de etanol, de 382 milhões de litros, foi 21,5% inferior na mesma base de comparação. O mix de destino da cana para o etanol saiu de 66% para 59% entre os trimestres e, consequentemente, o de açúcar variou de 34% para 41%.

13/08/19
Fonte: Estadão Conteúdo
Texto extraído da revista Dinheiro Rural
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