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Açúcar: receio de pandemia pressiona e preços recuam 40 pts em NY
Publicado em 28/02/2020 às 08h45
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O aumento de novos casos de coronavírus impulsionou a queda dos contratos futuros do açúcar, negociados na bolsa de Nova York ICE, nessa quinta-feira (27). Os lotes para março/20 foram comercializados a 14.39 centavos de dólar por libra-peso, queda de 40 pontos. Na tela maio/20 o recuo foi de 34 pontos com contratos firmados em 14.20 centavos de dólar por libra-peso. Os demais vencimentos desvalorizaram entre 12 e 31 pontos.

De acordo com a Reuters, "os preços do açúcar bruto na plataforma ICE atingiram uma mínima em quase um mês nesta quinta-feira, com o aumento de novos casos de coronavírus fora da China alimentando o medo de uma pandemia que poderia desacelerar a economia global".

Em Londres, os contratos para maio/20 encerraram o dia em US$ 398,70 a tonelada, queda de 7,10 dólares. A tela para agosto/20 recuou 7,30 dólares e fechou cotada em US$ 393,20 a tonelada. Nos demais vencimentos houve queda entre 2,50 e 6,70 dólares.

O medo de uma pandemia de coronavírus também pressionou os preços do petróleo ontem. Ainda segundo a Reuters, "os preços mais baixos de energia podem incentivar as usinas de cana no Brasil a produzir mais açúcar em detrimento do etanol".


Mercado doméstico

Nessa quinta-feira (28), em São Paulo, a saca de 50 kg de açúcar cristal fechou em R$ 80,77, pelo indicador Cepea/Esalq, da USP. Houve desvalorização de 0,39% quando comparado ao valor da véspera.


Etanol

O indicador diário do etanol hidratado, medido pela Esalq/BM&FBovespa, posto Paulínia, fechou em R$ 2.207,50 o metro cúbico, queda de 0,16% perante a véspera.
Rafaela Giomo
Fonte: Agência UDOP de Notícias
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