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Por feriados e problemas técnicos, Bolsas da Ásia têm sessão atípica; Europa tem alta
Publicado em 01/10/2020 às 09h57
Os mercados acionários da Ásia tiveram uma sessão atípica nesta quinta-feira, com feriados locais que fizeram vários deles não operar, inclusive Xangai. A Bolsa de Tóquio funcionaria, porém, sofreu com problemas técnicos e o pregão local acabou cancelado.

Feriados fizeram com que os mercados na China, em Hong Kong, na Coreia do Sul e em Taiwan não operassem nesta quinta. No Japão, a Bolsa de Tóquio não teve negócios graças um problema técnico, episódio raro, mas que segundo participantes do mercado poderia minar a confiança nessa praça.

A Bolsa local informou que não haveria negócios. Mais tarde, explicou que a expectativa é de retomada das operações normalmente na sexta-feira. A Bolsa de Tóquio atribuiu o episódio a problemas em um hardware envolvido na transmissão de informações sobre preços e que não tinha um backup adequado disponível. Um porta-voz do operador da Bolsa, o Japan Exchange Group, disse que não havia sinais de ataque de hacker no caso.


Bolsa do Pacífico

Na Oceania, o índice S&P/ASX 200 fechou em alta de 0,98%, a 5.872,90 pontos, na Bolsa de Sydney recuperando-se da queda superior a 2% do pregão anterior. Todos os setores terminaram no azul no mercado australiano, com BHP em alta de 1,9% e Rio Tinto, de 1,2%.


Bolsas da Europa

As praças europeias operam em território positivo nesta manhã, com investidores atentos a vários indicadores divulgados mais cedo. Além disso, a perspectiva de mais estímulo fiscal nos Estados Unidos ajuda o humor, embora não existam garantias de que isso se concretizará. Outro ponto importante no dia é a negociação entre União Europeia e Reino Unido, que continua a mostrar dificuldades, o que penaliza a libra.

Às 4h15, no horário de Brasília, a Bolsa de Londres subia 0,85%, Frankfurt avançava 0,24% e Paris, 1,11%. Milão operava com ganho de 1,06%, Madri subia 1,07% e Lisboa, 0,76%.


Petróleo

Os contratos futuros de petróleo exibem recuos modestos nesta madrugada, após terem subido no pregão anterior, com ganho acima de 2% no caso do WTI e superior a 1,5% no do Brent. A expectativa por mais medidas fiscais nos Estados Unidos continua a influenciar, mas o secretário do Tesouro, Steven Mnuchin, disse ontem que ainda não há acordo com a oposição democrata. Além disso, a disseminação da covid-19 e seus impactos sobre a demanda pela commodity são um risco no radar. O ING cita dados preliminares mais recentes da produção da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep), os quais mostrariam alta na oferta de algumas dessas nações, como Líbia e Irã. Às 4h30 (de Brasília), o petróleo WTI para novembro caía 0,35%, a US$ 40,08 o barril, na New York Mercantile Exchange (Nymex), e o Brent para dezembro recuava 0,8%, a US$ 42,17 o barril, na Intercontinental Exchange (ICE).
Gabriel Bueno da Costa
Fonte: O Estado de S. Paulo
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