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Açúcar: preços fecham com forte alta nas bolsas internacionais
Publicado em 16/04/2021 às 08h07
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Os preços do açúcar fecharam em forte alta nesta quinta-feira (15) nos mercados internacionais, atingindo o maior nível em um mês na ICE de Nova York. Dentre os motivos para a alta estão perspectivas positivas para as principais commodities e ações globais e uma preocupação cada vez mais presente com as perspectivas para a safra de cana-de-açúcar do Brasil.

Ontem em Nova York, o açúcar bruto fechou cotado, no vencimento maio/21, em 16,38 centavos de dólar por libra-peso, valorização de 52 pontos, ou 3,3%, no comparativo com os preços da véspera. Já a tela para julho/21 subiu 43 pontos, negociada em 16,31 cts/lb. Os demais contratos subiram entre 22 e 38 pontos.

Segundo analistas ouvidos pela Reuters, operadores citaram crescentes expectativas de que a produção de açúcar do Brasil enfrente dificuldades para alcançar os 36 milhões de toneladas anteriormente projetados. "Eles disseram que o açúcar deve seguir em alta no curto prazo, embora as fortes exportações da Índia eventualmente limitem os ganhos".

A Reuters ainda destacou que o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos afirmou que a produção de açúcar da Tailândia deve avançar 40% em 2021/22 ante 2020/21, para 10,6 milhões de toneladas.

Açúcar branco

Em Londres o açúcar branco também fechou valorizado em todos os lotes nesta quinta-feira. A tela para maio/21 foi comercializada em US$ 455,60 a tonelada, alta de 14 dólares no comparativo com a quarta-feira. Já o lote para agosto/21 subiu 12,70 dólares, negociado em US$ 456,40 a tonelada. Os demais contratos subiram entre 4,20 e 9,50 dólares.

Açúcar cristal

No mercado interno o açúcar cristal medido pelo Cepea/Esalq, da USP, também fechou em alta nesta quinta-feira. Ontem, a saca de 50 quilos foi negociada em R$ 107,05, contra R$ 106,29 da véspera, valorização de 0,72% no comparativo entre os dias.

Etanol hidratado

O etanol hidratado foi comercializado ontem, pelo Indicador Diário Paulínia, em R$ 2.701,00 o m³, alta de 1,73% no comparativo com os preços praticados na quarta-feira. No mês o indicador já acumula alta de 12,87%.
Rogério Mian
Fonte: Agência UDOP de Notícias
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