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Puxado pelas incertezas climáticas, futuros do açúcar fecham em alta e superam 18 cts/lb
Publicado em 12/05/2021 às 08h23
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As incertezas climáticas no maior produtor mundial, o Brasil, continuam pressionando o mercado futuro do açúcar que fechou com forte alta nesta terça-feira (11). Em Nova York, na ICE, a commodity ultrapassou a casa dos 18 centavos de dólar por libra-peso. O lote julho/21 foi negociado ontem em 18,10 cts/lb, valorização de 61 pontos no comparativo com a véspera. Já a tela outubro/21 foi comercializada em 18,09 cts/lb, 54 pontos a mais que a véspera. Os demais contratos subiram entre 5 e 42 pontos.

Em Londres, o açúcar branco também fechou valorizado em todos os lotes. O vencimento agosto/21 subiu 14,40 dólares, sendo negociado em US$ 480,50 a tonelada. Já a tela outubro/21 foi contratada em US$ 480,20 a tonelada, alta de 12,60 dólares. Os demais contratos subiram entre 3,60 e 10,50 dólares.

Pior seca

Na última semana, o ministro Bento Albuquerque (Minas e Energia), numa entrevista ao Poder360, destacou que o Brasil vive hoje a pior crise hidrológica, com falta de chuvas, desde o início da série histórica em 1931.

Esta seca acentuada traz preocupações não apenas no fornecimento de energia, mas, principalmente, na queda de produtividade das principais commodities produzidas pelo País. Cana, soja, milho, café, laranja, boi e outras commodities estão enfrentando perdas significativas em decorrência da falta de água.

Ontem, a Agência Safras trouxe matéria informando que modelos climáticos da Administração Nacional Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos (Noaa, na sigla em inglês) e do Accuweather apontam um cenário sem chuvas sobre as regiões produtoras de cana do Brasil ao longo da terceira e da quarta semana de maio.

"O clima permanece seco no cinturão canavieiro do país desde a segunda quinzena de fevereiro, reforçando os riscos em relação ao desenvolvimento das plantas para a safra 2021/22", trouxe a consultoria.

Mercado doméstico

No mercado doméstico o açúcar cristal caiu 0,78%, negociado, pelo Indicador Cepea/Esalq, da USP, em R$ 114,44 a saca de 50 quilos, contra R$ 115,34 praticados na véspera. No mês o indicador acumula alta de 1,38%.

Etanol hidratado

O etanol hidratado fechou estável nesta terça-feira (11) cotado em R$ 3.127,50 o m³, mesma cotação da segunda-feira, pelo Indicador Diário Paulínia. No mês de maio o indicador apresenta valorização de 14,48%.
Rogério Mian
Fonte: Agência UDOP de Notícias
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