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Aversão ao risco e realização de lucros derrubam preços do açúcar na ICE
Publicado em 14/05/2021 às 08h40
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A quinta-feira (13) foi marcada por uma forte desvalorização no mercado futuro do açúcar, que recuou da máxima de dois meses e meio atingida no início desta semana. Dentre os fatores para as perdas estão: "realizações de lucros por especuladores e aversão ao risco nos mercados financeiros", destacaram analistas ouvidos pela Reuters.

Na ICE, em Nova York, o açúcar bruto caiu 4,1% no vencimento julho/21, negociado em 17,11 centavos de dólar por libra-peso, 73 pontos a menos que a véspera. Já a tela outubro/21 depreciou 67 pontos, negociada em 17,23 cts/lb. Os demais contratos caíram entre 10 e 60 pontos.

Ainda segundo a Reuters, operadores afirmaram que embora especuladores possam continuar liquidando posições compradas no curto prazo, um colapso de larga escala nos preços é improvável, com o mercado ainda apoiado por temores com a safra de cana do Brasil.

"O Brasil está enfrentando a pior seca em oito anos, e a expectativa era de que fosse responsável por mais de 60% das exportações de açúcar bruto do mundo. Veja isso de forma leve, se você se atreve", disse, à Reuters, um operador nos Estados Unidos.

Açúcar branco

Em Londres o açúcar branco também fechou em baixa em todos os lotes. No vencimento agosto/21, a commodity foi negociada em US$ 455,50 a tonelada, queda de 16,30 dólares, ou 3,5% no comparativo com a quarta-feira. O contrato para outubro/21 caiu 16,50 dólares, negociado em US$ 456,40 a tonelada. As demais telas recuaram entre 10,20 e 15,70 dólares.

Açúcar cristal

No mercado interno o açúcar cristal fechou em baixa nesta quinta-feira, pelo Indicador Cepea/Esalq, da USP. Ontem, a saca de 50 quilos foi negociada em R$ 114,92, desvalorização de 0,27% no comparativo com os preços praticados na véspera.

Etanol hidratado

Pelo segundo dia seguido o etanol hidratado fechou desvalorizado pelo Indicador Diário Paulínia. Ontem, o metro cúbico do biocombustível foi negociado pelas usinas em R$ 3.091,00, contra R$ 3.117,50 o m³ praticado na quarta-feira, queda de 0,85% no comparativo.
Rogério Mian
Fonte: Agência UDOP de Notícias
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