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Coruripe já introduziu 12 casais de bicudos na Reserva de Januária
Publicado em 11/11/2019 às 14h10
Com o objetivo de contribuir com a preservação do Bicudo, que se encontra em processo de extinção na natureza, a Usina Coruripe já introduziu 12 casais na Reserva Porto Cajueiro, em Januária, no Norte de Minas, numa iniciativa inédita no estado, que começou no final de novembro do ano passado.

O gerente de Sustentabilidade da Usina Coruripe, Bertholdino Apolônio Junior, ressalta que ocorreu uma pressão de captura na natureza tão grande do Bicudo, a ponto dessa espécie (Sporophila maximiliani) ser praticamente erradicada em quase toda sua área de distribuição no país. A RPPN Porto Cajueiro faz parte do corredor Sertão Veredas-Peruaçu, uma das áreas prioritárias para conservação do Cerrado, e está dentro da rea de distribuição original do Bicudo.

O Bicudo é um extraordinário pássaro "cantador", que emite sons semelhantes à flauta. Ao cantar costuma ficar com o rabo abaixado e o peito empinado, em posição ereta, ressaltando a aparência de guerreiro. Quando adultos os machos apresentam plumagem preta, com uma mancha branca na parte externa das asas. As fêmeas e os filhotes apresentam plumagem parda, em tons de castanho. O seu bico é branco ou manchado na maioria das espécies.

Além da Coruripe/Idese fazem parte do Projeto Bicudo o Instituto Ariramba de Conservação da Natureza, a CEPF/IEB, Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza, Clube dos Criadores de Bicudos de Canto do Brasil, Universidade Estadual do Maranhão, Museu de Zoologia da Universidade de São Paulo, Universidade Federal de São Carlos, Angá e Semad/IEF.
Fonte: Siamig - MG
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