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Açúcar atinge nova máxima em cinco meses em Nova York; Mercado interno rompe barreira dos R$ 80/saca
Publicado em 14/08/2020 às 08h24
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Os preços do açúcar atingiram nesta quinta-feira (13) uma nova máxima de cinco meses na Ice, em Nova York, com os lotes no vencimento para outubro/20 comercializados em 13.11 centavos de dólar por libra-peso, valorização de 27 pontos no comparativo com a véspera. Já o lote para março/21 subiu 21 pontos e foi negociado em 13.61 cts/lb. As demais telas subiram entre 21 e 27 pontos.

Segundo analistas ouvidos pela Reuters, muitos fundos ampliaram suas posições em meio a notícias positivas em termos de fundamentos. Outros fatores que dão sustentação à alta são: perspectivas de quedas mais acentuadas nas produções da Tailândia e Rússia em 2020/21 e a demanda da China e Paquistão.

Em Londres o açúcar também fechou em alta em todos dos lotes. No vencimento outubro/20 a commodity foi negociada em US$ 380.50 a tonelada, valorização de 5,30 dólares no comparativo com a quarta-feira. O vencimento dezembro/20 subiu 4,30 dólares e fechou em US$ 380.90 a tonelada. As demais telas subiram entre 4,20 e 4,70 dólares.


Mercado doméstico

No mercado interno o açúcar rompeu a casa dos 80 reais a saca de 50 quilos no indicador Cepea/Esalq, da USP. Ontem, o tipo cristal foi vendido pelas usinas por R$ 80,41, alta de 0,59% no comparativo com a véspera. No mês, a variação positiva já soma 2,49% no indicador.


Etanol diário

O etanol hidratado também se manteve em alta pelos índices da Esalq/BM&F Bovespa, Posto Paulínia. Ontem o indicador fechou em R$ 1.734,50 o metro cúbico, valorização de 0,29% no comparativo o dia anterior. Esta foi a terceira alta consecutiva do biocombustível neste indicador.
Rogério Mian
Fonte: Agência UDOP de Notícias
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