UDOP - União Nacional da Bioenergia
EDITORIAS
Agência UDOP | Açúcar | Biodiesel | Cana-de-Açúcar | Combustíveis Fósseis | Diversas | Economia
Energia | Espaço Datagro | Etanol | Fórum de Articulistas | Opinião | TV UDOP | Últimas Notícias
Economia Aumentar a letra    Diminuir a letra
Milho: Cotações encerram a segunda-feira com leves baixas em Chicago  

10/09/2019 - A segunda-feira (09) chega ao final com leves baixas para os preços internacionais do milho futuro na Bolsa de Chicago (CBOT). As principais cotações registraram desvalorizações entre 0,75 e 1,75 pontos.

O vencimento setembro/19 foi cotado à US$ 3,40 com queda de 1,75 pontos, o dezembro/19 valeu US$ 3,54 com desvalorização de 1,25 pontos, o março/20 foi negociado por US$ 3,67 com perda de 1,50 pontos e o maio/20 teve valor de US$ 3,76 com baixa de 0,75 pontos.

Esses índices representaram desvalorizações, com relação ao fechamento da última sexta-feira, de 0,58% para o setembro/19, 0,28% no dezembro/19, de 0,27% para o março/20 e de 0,27% para o maio/20.

Segundo informações do Blog Price Group, o milho fechou em baixa pois as estimativas privadas da FC Stone e Informa mostraram que o potencial de produção é tão grande quanto o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) estimou no mês passado.

"Os traders pensam que haverá milho mais do que suficiente para qualquer demanda. As ideias de demanda permanecem ruins, sem que ninguém busque muita melhoria no curto prazo. O relatório semanal de vendas de exportação não foi forte, especialmente porque a colheita está chegando nos próximos dois meses. As ideias de demanda doméstica permanecem ruins", comenta o analista de mercado Jack Scoville.

Ainda nesta segunda-feira, o USDA divulgou seu novo relatório de inspeção de exportações, que segundo o analista de grãos da Farm Futures, Ben Potter, não teve muitas notícias positivas para compartilhar.

"As inspeções de exportação continuam a ficar abaixo do esperado, à medida que as campanhas de 2019 começam para o milho e para a soja. Os totais de milho e soja não significam muito sozinhos, porque cobrem apenas os primeiros cinco dias da nova campanha de marketing. Mas a análise de relatórios de inspeções individuais fornece pistas sobre como o USDA pode ajustar sua previsão de exportações de safras de 2018 nos relatórios de quinta-feira", aponta o analista de grãos da Farm Futures, Bryce Knorr.

As inspeções de exportação de milho da semana passada foram de 23,2 milhões de bushels (589.280 toneladas). "Isso não foi impressionante, apesar de ter chegado moderadamente acima do total de 14,1 milhões de bushels (358.140 toneladas) da semana anterior e um pouco acima das estimativas comerciais que variaram entre 15 e 23 milhões de bushels (entre 381 mil e 584.200 toneladas)", aponta Potter.

O México foi de longe o principal destino das inspeções de exportação de milho nos EUA na semana passada, com 236.220 toneladas. Outros destinos líderes incluem Japão (116.840 toneladas), Arábia Saudita (58.420 toneladas) e China (58.420 toneladas).


Mercado Interno

No mercado físico brasileiro, a sexta-feira registrou cotações permanecendo sem movimentações, em sua maioria. Veja como ficaram as cotações do milho nesta segunda-feira.

A XP Investimentos aponta que o mercado físico de milho abre a semana sem alteração de dinâmica.

"Localmente, o fluxo de comercialização é baixo e agentes apenas testam preços. A recente queda do dólar e as baixas consecutivas em Chicago, porém, faz com que a pressão baixista, ao menos por enquanto, supere as especulações de alta. Isto porque, a melhora do clima externo, reduz os preços dos grãos nos portos brasileiros e, consequentemente, pressionem o mercado local", dizem os analistas.

09/09/19
Guilherme Dorigatti
Fonte: Notícias Agrícolas
Notícias de outros veículos são oferecidas como mera prestação de serviço
e não refletem necessariamente a visão da UDOP.
Enviar por e-mail Imprimir
Clipping de Notícias UDOP
Inscreva-se e receba as novidades do setor.
    
Notícias Relacionadas
17/09/19 - Milho: Bolsa de Chicago segue em baixa nesta terça-feira
  - Soja/EUA: exportadores relatam vendas de 260 mil t para a China
  - Na véspera, o dólar fechou em alta de 0,05%, a R$ 4,0892.
  - Índices europeus alternam estabilidade e leve baixa com foco em impactos de ataque na Arábia Saudita
  - Cotações do milho abrem a terça-feira em baixa na Bolsa de Chicago
  - Colheita do milho safrinha se encerra no Paraná, segundo Deral
  - Commodities agrícolas corrigem últimas altas e em Chicago, soja acompanha nesta 3ª
  - Milho sobe 1,63% na Bolsa de Chicago com rali do petróleo e compras de etanol
  - Mercado em Chicago deve focar na demanda pela soja americana. Uma reação consistente dos preços
  depende do apetite chinês
  - Petróleo puxa alta de açúcar e milho
  - Grãos/Deral: no Paraná, colheita da 2ª safra de milho é colhida; de trigo atinge 44%
Para enviar a notícia, basta preencher o formulário abaixo.
Todos os campos são de preenchimento obrigatório!
 
Milho: Cotações encerram a segunda-feira com leves baixas em Chicago
 
Seu nome:
Seu e-mail:
Destinatário:
E-mail destinatário:
(separe mais de um e-mail por ,)
Comentário: